Seria ótimo se não houvesse necessidade de um "dia internacional da mulher", mas infelizmente ainda há.
Sabe-se e pouco se faz contra a violência à mulher (física, moral, mental) em várias culturas. Proibição de dirigir, de trabalhar, de ir à escola, de conservar íntegra sua sexualidade. Isso causa sofrimento e rebaixamento da condição feminina.
Em países ocidentais, nosso inclusive, há ainda um autoritarismo ora explícito, ora velado: mulheres ganham menos, cabe elas "se virarem" com os filhos, se ganham mais que o marido, são humilhadas de outras formas.
Não há, da parte dos homens nada parecido com "a condição masculina". Civilizações há milênios atribuíram ao masculino, ao másculo, ao pater familiae o comando da casa, dos bens, a eles sempre foi dado o papel condutor, nos negócios e na guerra.
Os papéis femininos se restringiam à casa e aos filhos. Mudanças foram muito recentes, e elas precisam ser lembradas e postas em prática por nós mulheres o tempo todo, sem descanso.
O trabalho da mulher, dentro de casa precisa ser compartilhado e fora de casa precisa ser valorizado.
Pois bem, tudo isso é mais do que sabido.
Por que, então, ainda há discriminação?
Veja-se o caso da Filosofia. A quase absoluta ausência de mulheres na história da filosofia indica que o fator educacional pesa consideravelmente. As meninas frequentam a escola há muito pouco tempo. A geração que nasceu no início do século 20, no máximo estudava o antigo primário. Poucas desbravavam as universidades, e isso era visto como ponto pacífico.
A modernidade trouxe comodidades que aliviam o peso do trabalho doméstico, os filhos podem ser cuidados desde cedo por instituições, e isso, aos poucos foi alçando a mulher à condição de produtora.
Assim, educação, informação, trabalho, muito trabalho, permitem que o papel e a voz feminina tenham seu lugar, e nesse lugar não se exigem privilégios e sim reconhecimento.
Tomo as orquídeas que florescem em meu quintal no mês de março como homenagem à condição feminina, que muda e conquista terreno, e ao mesmo tempo se sente bem e confortável em seu corpo e beleza.
Muito feliz, muito apropriada a designação da 24a. fase da operação Lava Jato. "... traduzirmos a palavra alétheia por 'desvelamento' no lugar de 'verdade'", é segundo Heidegger mais adequado, representa a noção de que o ser desvelado permite que o ente (tudo o que "existe", por assim dizer) se manifeste, se abra e revele nosso comportamento, nossa existência, nossa liberdade. É um deixar que aquilo que é, seja o que é.
***
E na manhã do dia 04 de março de 2016, finalmente o cerco chegou ao chefe, um ex-presidente. Tão logo se soube que Lula deveria depor, a militância lulista/petista foi convocada. E se apresentou para defender o indefensável, para encobrir com palavras de ordem e uma indignação que revela o grau de dependência ideológica ao discurso de que o salvador da pátria está acima de julgamento.
Vociferar diante de uma plateia arrebatada por um líder que os enganou, é fácil, e também perigoso. Lula diante do ter que revelar-se, escondeu-se para iludir, enganar, aproveitar-se de grupos e movimentos sectários que apenas esperam palavras de ordem e rejeitam todo e qualquer tipo de julgamento baseado em razões, em evidências, no desvelamento do que ele e as super empresas fizeram, de como uma empresa sólida foi dilapidada em benefício de poder, de barganha, de sujeição das instituições democráticas ao desejo imperioso de Lula de permanência no comando de todo um país, de toda uma nação!
Aos poucos o castelo foi ruindo. Uma pessoa medíocre foi imposta por Lula em uma eleição eivada de mentira e propaganda terrorista, obra do mago João Santana, a presidenta Dilma, que foi leniente com a roubalheira. Deve cair juntamente com seu chefe.
***
Assim, verdade, no sentido de alétheia, leva a desvelar, enfrentar, deixar que a liberdade de ser ressurja e tome efeito:
"Porque a verdade é a liberdade em sua essência, o homem historial pode também, deixando que o ente seja, não deixá-lo ser naquilo que ele é, e assim como ele é", diz Hiedegger em Sobre a essência da verdade.
Traduzindo, os homens, ao longo da história, podem tornar o ente, a manifestação do ser de todas as coisas, em algo fútil, meramente utilizável, que se esconde, inautêntico, nivelado, simplista, dissimulado.
Em um país no qual há instituições sólidas, democracia, estado de direito, uma república com cidadãos de bem, que pagam seus impostos, mesmo deles pouco usufruindo -, as mentiras, as barganhas, a propina, a compra de parlamentares, a compra do silêncio, a desqualificação sumária de pessoas que denunciam a corrupção, tudo isso precisa ser evidenciado, trazido à luz, revelado.
Alétheia, gritemos todos nós!
O filme do diretor Alex Garland, "Ex-machina, instinto artificial" (2015) é um desses filmes que o professor de Filosofia pode usar para debater questões como, inteligência artificial, diálogo homem/máquina, o poder da inteligência humana, a relação entre linguagem, mente, sentimentos, sexualidade, como nosso cérebro funciona, entre outras. Acrescente-se, um ótimo entretenimento, prende o espectador do começo ao fim.
Sendo ficção científica, mas sem a parafernália de seres de outro planeta, guerras interplanetárias, espaço sideral, poderosos veículos espaciais -, o filme é um convite à reflexão.
Cenário, uma casa comandada por computador, onde um cientista estilo Steve Jobs se isola para criar robôs femininas, que deveriam poder interagir com humanos, sob todos os aspectos, sensibilidade, inclusive a sexual, com vontade própria, compreensão inteligente da linguagem a ponto de dialogar e mesmo contestar o funcionário de sua poderosa indústria de programação inteligente, que é convidado (e obrigado) a testar a robô. O modelo a seguir seria o teste de Turing, quer dizer, seria a máquina tão ou mais inteligente do que o homem?
Como foi possível criar o cérebro de uma robô, cuja máscara é a de uma linda jovem? Até onde o incrível número de dados armazenados em seu cérebro seria capaz de reagir inclusive a emoções, planejamento, ter desejos, compreender o outro e suas intenções?
E o que intriga, como nós mesmos, nosso cérebro, nossas mentes funcionam? Como a linguagem se origina, e seu papel fundamental para todas as nossas ações, que, em sua maioria são atos de fala? Ao mesmo tempo, como criamos sensibilidade para arte, para as sensações? Qual a importância da liberdade de ir e vir, deixar de ser um autômato, e se transformar em um ser autônomo, capaz de agir de acordo exclusivamente com sua própria determinação?
E ainda, discutir o poder e o alcance da tecnologia, se um dia seremos suplantados por robôs, que, no entanto, são criação humana? Criador X Criatura, quem vence?
Finalmente, o que é "ser humano"?
Notem que Wittgenstein é citado, há referência à obra de artistas como Pollock, a questão de se nascemos com competência para falar ou se desenvolvemos tal capacidade com o meio e a educação (sem que o diretor mencione, trata-se de Chomsky e sua tese do inatismo, em contraposição à tese de que o cérebro nada executa sem o meio em que somos criados).
E o professor que vir o filme com seus alunos poderá levantar outras questões, sem precisar se preocupar com "cenas fortes", proibidas para menores, pois não as há.
Ser e pensar, assim o filósofo pode resumir sua atitude e sua atividade filosófica. Ele é aquele que reflete, quer dizer, para pensar é preciso ser, estar em presença de si para alçar às questões mais gerais e fundamentais da Filosofia.
Isso sempre fez sentido até que a pergunta sobre o uso, a utilidade e a importância da Filosofia fossem alvo de críticas, e mesmo de anulação da atividade filosófica. Quer se filosofe, quer não, tudo permanece o mesmo, diriam. Afirmar que todas as coisas se movem (Heráclito) ou que todos os seres precisam de permanência (Parmênides), conduz a uma contradição. Concordar com um leva a discordar de outro. Assim a Filosofia paralisa o pensar, se auto destrói pelo efeito de escolas de pensamento distintas. Qual teria razão, qual seria a verdadeira?
O outro argumento que conduz a um paradoxo, é mais atual: exige voltar-se para o cotidiano, para nossos atos e nisso se dissolvem todos os grandes problemas metafísicos, como "o que é mesmo a essência de todos os seres?" Essa pergunta não faz sentido, não se encontra um contexto para ela. Daí o paradoxo, se para filosofar é preciso contextualizar, e os contextos remetem ao uso normal da linguagem, entra-se no beco sem saída da filosofia, ao menos para Wittgenstein. Usa-se a Filosofia para sair da Filosofia, ou na imagem de Wittgenstein, usa-se a escada do argumento filosófico e ao chegar às conclusões, abandona-se a Filosofia.
Para sair da Filosofia, é preciso filosofar, negá-la é, ainda, refletir, ou seja, usa-se o filosofar para negar o sentido dos problemas metafísicos e ontológicos. Trata-se de um paradoxo: ao argumentar que "Ser", "pensar", "absoluto", "essência", etc. não fazem sentido, é preciso de qualquer modo refletir, e refletir é a atitude por excelência da Filosofia.
Como ficamos, então? Nesses casos paradoxais, o que resta ao filósofo?
Filósofos empregam seus esforços de abstração, de conceituação, de questionamento, mesmo sabendo que o risco é o de redução ao absurdo de sua problemática. Assim, a Filosofia vive, pois dilemas, contradições, paradoxos fazem parte da atividade filosófica. Impossível renunciar a ela sem filosofar, impossível analisar a vida, a linguagem, o mundo, a existência, a história humana, os valores, o próprio sentido de tudo isso, sem a atitude filosófica.
Quem nunca parou para pensar no fato da existência humana em um solitário planeta no espaço infinito?
Quem nunca parou para pensar em sua própria vida, na morte, no valor das lutas do dia a dia?
Desistir, enfrentar, levar adiante, observar, explicar, analisar, atribuir sentido, descobrir o sentido, e, de vez em quando iluminar sua existência com a luz do saber, em maior ou menor medida, todos fazemos isso.
Talvez esteja aí o sentido da Filosofia, talvez aí sua importância pedagógica e cultural.
Os filósofos são difíceis? Sim, mas podem ajudar nesse caminho de uma reflexão que não caia no vazio, nas ideologias fáceis, nas soluções óbvias.
***
Questão filosófica:
Que sentido faz a Filosofia para um jovem sírio na arrasada cidade de Aleppo?!
Quem quiser ou puder, responda...
Quando Bruce Duffy, após seis anos de pesquisa, publicou em 1987 The World as I found it, já haviam transcorridos quase 40 anos da morte do filósofo (1951). Desde então não havia biografias sobre um dos maiores filósofos do século XX.
Em 1988 Brian McGuiness e em 1990 Ray Monk publicaram suas biografias sobre Wittgenstein. Monk contesta várias passagens do romance de Duffy, e este responde em uma conferência que realmente inventou episódios, como o das cartas que Wittgenstein teria escrito a seu pai. Evidentemente, o livro é um romance, ficcional, portanto.
Então a pergunta é: vale a pena percorrer quase 600 páginas em um inglês sofisticado, muito bem escrito?
Sim! O autor penetra no coração, nos sentimentos, no modo de vivenciar as dificuldades pelas quais passou o filósofo. Em acréscimo, dois outros autores importantes orbitam a narrativa, Moore e B. Russell. O primeiro sempre austero, praticando o que sua teoria do senso comum apregoa, e o segundo, prolífico, polêmico, mulherengo, famoso, e contestado por Wittgenstein em sua teorias da lógica e da matemática.
O público leigo em filosofia pode compreender a explanações acerca do pensamento do filósofo, o modo como ele enfrentou a 1a. Grande Guerra, as idas e vindas entre Viena, Londres, Cambridge, o interior da Noruega; pode absorver os dilemas morais e éticos, imaginar como teria sido sua infância, adolescência; os dramas íntimos nos relacionamentos com rapazes. O próprio biógrafo questiona sobre quem realmente conhecia Wittgenstein, esquisito, distante, enigmático. E a ficção ajuda ou embaraça a imagem que se tem dele?
Creio que ajuda, e além disso, com em toda literatura de qualidade, ficam as impressões fortes produzidas pela narração, é como se Wittgenstein estivesse presente nas descrições de suas andanças, de suas atitudes, de suas reações ao sofrimento, à morte de seus irmãos, seus esforços teóricos, o rompimento com teses aceitas, a inventividade, a complexidade da personalidade - tudo isso está presente no livro.
E o leitor ganha com a imagem que se cria ao longo do texto acerca de Russell e Moore, hábitos da época, consequências da guerra, o relacionamento ora amistoso ora conturbado de Russell com Wittgenstein.
Diria que as biografias oficiais são imprescindíveis e que o romance seria uma espécie de recheio, saboroso, desfrutável.
Para terminar o ano, reflexões de um pensador francês, que, sem cultivar a filosofia propriamente dita, produziu uma obra leve, satírica, crítica dos costumes de sua época, e que foi censurada. Suas Cartas Inglesas foram queimadas, e mais tarde publicadas novamente.
O livre pensar até hoje sofre com a intolerância, como muito bem mostram episódios recentes de violência absurda em plena Europa e mundo afora.
A seguir alguns trechos de Voltaire, um iluminista, amigo de Frederico II, outro iluminista, esclarecido, culto, com ideias e estilo de vida fora de padrões até mesmo os atuais. Em seu palácio vivia com um misto de arte, prazer e homoerotismo.
Voltaire em o Filósofo Ignorante:
"Como posso pensar?
Os livros escritos há mais de dois mil anos ensinaram-me alguma coisa? Tentei descobrir por meio da razão se as molas que me fazem digerir e andar são as mesmas que me fazem ter ideias. Nunca pude conceber como e por que as ideias fugiam quando a fome enlanguescia meu corpo, nem como e porque renasciam quando eu havia comido. Vi uma diferença tão grande entre os pensamentos e a alimentação (sendo que sem esta eu nunca pensaria) que acreditei haver em mim uma substância que raciocinava e outra que digeria. Entretanto, buscando sempre provar a mim mesmo que não sou dois, senti grosseiramente que sou um só. Essa contradição sempre me penalizou muito.
Com muita engenhosidade, perguntei a alguns de meus semelhantes, cultivadores da terra, nossa mãe comum, se sentiam ser dois, se graças à filosofia haviam descoberto possuir dentro de si uma substância imortal e, no entanto, formada de nada, existente sem extensão, agindo sobre os nervos sem tocar neles, enviada expressamente ao ventre de suas mães seis semanas após a concepção. Acreditaram que eu estava brincando e continuaram a cultivar seus campos sem responder-me.
Vendo pois que um número prodigioso de homens não tinha a menor ideia das dificuldades que me inquietavam (...) e muitos caçoavam do que eu queria saber, suspeitei que não era absolutamente necessário que o soubéssemos. (...) Acreditei que as coisas que não podemos alcançar não são nossa partilha. No entanto, malgrado esse desespero, não abandono o desejo de ser instruído, e minha curiosidade enganada é sempre insaciável".
***
Essas reflexões miram tanto a certeza filosófica em noções como alma, o dualismo cartesiano, como inquietam aqueles que buscam pela origem das ideias: como é possível pensar e se pensar e sentir diferem, se são duas naturezas. Então o homem teria duas naturezas? O filósofo é um ignorante que mesmo assim não desiste de interrogar...
Ao que tudo indica, esse livre pensar, esses questionamentos, não atingem os fanáticos, os dogmáticos, os intolerantes, os que se creem de posse da verdade. Os que odeiam a liberdade, a arte, a música e o respeito às diferentes crenças e religiões.
O mais incrível é que, se considerando como únicos portadores da virtude, os únicos cuja morte e assassinato de inocentes pode ser justificada, creem que isso conduzirá sua alma imortal a algum tipo de paraíso eterno.
Desde os anos 60 professores têm sido instados e doutrinados nos cursos de ciências humanas, principalmente Pedagogia, História, Sociologia e Filosofia que é necessário engajamento político. Chamam a esse engajamento de "consciência crítica" e o conteúdo, a doutrina marxista. Condenam a suposta neutralidade tanto da parte dos professores, quanto ao teor dos livros didáticos.
E o que pretendem com isso? De início, a luta contra a ditadura, contra a censura, o que era um pleito mais do que justo, necessário resistir à ditadura militar, que impôs medo, impôs a doutrina da pátria e de sua segurança, manietou a imprensa, enfim, um regime de força.
A ditadura caiu, mas a mentalidade de grande parte dos professores ainda acha que precisa doutrinar, fazer a apologia do socialismo, derrotar a sociedade dividida em classes sociais; proletariado, estudantes, sem terra devem lutar para acabar com o capitalismo, fonte de todos os males econômicos e sociais.
Em grande parte dos livros didáticos de História Antiga (e agora a proposta é de acabar com a própria história, que é coisa das elites...), nas décadas de 70 e 80 a orientação pedagógica era e até hoje persiste, substituir o descritivismo (datas, batalhas, feitos) pela leitura que chamo de "marxizante". Esta, sob o pretexto de ser participativa, engajada, anti-positivista, pratica o pior dos reducionismos, travestido em "práxis revolucionária". Generaliza e empobrece a riqueza enorme da história universal e nacional, que não cabe na estreiteza das lutas de classe. Definitivamente, nações, países, culturas não se modificam por meio da única visão, empobrecedora da realidade, enfaixada no rótulo "luta de classes".
A reação veio recentemente, nas propostas de "escola sem partido", em que o professor ofereceria uma visão mais ampla, menos política, mais neutra. Haveria uma lista de obrigações, entre elas, evitar a tomada de partido, justamente o da esquerda, acima resumido.
Quem tem razão?!
Nenhum dos dois. Escolas há que têm fundamento em religião, outras são laicas, algumas adotam métodos pedagógicos na linha de Paulo Freire, outras de Piaget, algumas são montessorianas, e assim por diante.
E isso tem a ver com a missão da escola, com sua visão do que é educar. Nenhum problema!
O problema começa quando se imiscuem nos projetos pedagógicos, nas disciplinas escolares, nos livros didáticos, uma orientação sobre como o professor deve ou não deve abordar certos temas.
A alegada impossibilidade de ser neutro por parte dos defensores da escola politicamente engajada (esquerda anticapitalista), e a de que se deve ser neutro (escola sem partido), ambas se equivocam.
E isso porque expor, apresentar, argumentar, criticar, fundamentar, analisar, explicar, todas essas ações didáticas implicam que ensinar e aprender requerem dos professores, diretores, pedagogos acima de tudo, responsabilidade.
Crianças e jovens não estão na escola para serem doutrinados, nem para fazerem o papel de marionetes. Educar é uma atividade, um compromisso com asserções fundamentadas, que podem ser expostas ao crivo da crítica, do aprofundamento e seriedade com que são abordados temas e conteúdos, seja nas aulas de redação, de História, Geografia, ciências naturais.
É muito mais difícil dialogar, argumentar, pesquisar para que suas aulas sejam abertas, sérias, sem manipulação, sem agredir o saber e o conhecimento. Saber e conhecimento são as raízes do ensinar e do aprender.